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Advertência geral:
  • Não use o telemóvel no bolso do casaco sobre o coração.
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  • "Sem fios" não combinam com grávidas / bebés / crianças.
  • "Sem fios" não combina com qualquer condição de fragilidade.


Suspeita de ser EHS? Suspeita de Esgotamento?
Leia aqui sobre o assunto:

Definição:
  • A EHS ou hiper-electrosensibilidade é a hipersensibilidade a fenómenos eléctricos, magnéticos e/ou electromagnéticos (EMF) caracterizada por uma ampla gama de sintomas inespecíficos de múltiplos órgãos, implicando processos inflamatórios agudos e crónicos, envolvendo principalmente a pele, os sistemas nervoso, respiratório, cardiovascular, musculo-esquelético, gastrointestinal e imunológico. Na maioria dos casos são auto-reportados na ausência de sinais patológicos orgânicos.
Sintomas:
  • Podem surgir manifestações cutâneas, irritações de pele, aumento das alergias, hemorragias nasais, dores de cabeça, perturbações de sono, dificuldade de concentração, perdas de memória, apatia, fadiga e/ou sensação de esgotamento, dores nos olhos, dores no peito, perda de força e/ou vontade, náusea, vómitos, zumbido, estalidos nos ouvidos, tonturas, sintomas semelhantes aos da gripe, arritmias cardíacas e dor cardíaca. Também a sensação de uma faixa apertada ao redor da cabeça; pressão no alto da cabeça; dores curtas e penetrantes ao redor do corpo; e outras impressões nos órgãos internos.

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Identificação de uma nova desordem de patologia neurológica, diagnosticável, caracterizável, tratável e prevenível (Dominique Belpomme e Philippe Irigaray - 2020) - (aqui) e (PDF):
  • Desde 2009, construímos um banco de dados que actualmente inclui mais de 2000 casos auto-relatados de electro-hipersensibilidade (EHS) e/ou sensibilidade química múltipla (MCS). Este banco de dados mostra que o EHS está associado em 30% dos casos com MCS, e que o MCS precede a ocorrência de EHS, em 37% desses casos associados a EHS / MCS. O EHS e o MCS podem ser caracterizados clinicamente por um quadro sintomático semelhante e biologicamente por inflamação de baixo grau e uma resposta auto-imune envolvendo auto-anticorpos contra a O-mielina. Além disso, 80% dos pacientes com EHS apresentam um, dois ou três biomarcadores de stress oxidativo detectáveis ​​no sangue periférico, o que significa que, em geral, estes pacientes apresentam um verdadeiro e objectivo distúrbio somático. Além disso, com a tomografia por ultra-sonografia cerebral e a ultra-sonografia transcraniana com Doppler, mostramos que os casos apresentam um defeito na hemodinâmica da artéria cerebral média e localizamos uma deficiência do índice pulsométrico tecidual na área capsulo-talâmica dos lobos temporais, sugerindo o envolvimento da sistema límbico e tálamo. No total, esses dados sugerem fortemente que o EHS é um distúrbio patológico neurológico que pode ser diagnosticado, tratado e prevenido. Como o EHS se está a tornar uma nova praga mundial insidiosa que envolve milhões de pessoas, solicitamos à Organização Mundial da Saúde (OMS) que inclua o EHS como um distúrbio neurológico na classificação internacional de doenças.
  • Palavras-chave: O-mielina; electro-hipersensibilidade; campos electromagnéticos; frequência extremamente baixa (ELF); histamina; inflamação; melatonina; sensibilidade química múltipla; doença neurológica; stress oxidativo; radiofrequência.

Em actualização:

O Hospital Clínica de Barcelona, uma instituição muito dedicada às 4 sensibilidades, Fibromialgia, Síndrome de Fadiga Crónica, Sensibilidade Múltipla Química e Electrohipersensibilidade, resolveu em 2020/2021 substituir esta última pela Síndrome Pós-CoVID e COVID de longa duração (síndrome de irradiação aguda). Sabendo do envolvimento da Espanha em tecnologias emergentes, nomeadamente com base no grafeno, esta notícia parece-nos óbvia: https://www.clinicbarcelona.org/ca/unitat/sindromes-de-sensibilitzacio-central - (vídeos: a fusão de tecnologia e biologia) 
hospital-clínic-barcelona.pdf
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Compreender o significado e o sentido deste quadro sintomático:
  • Em termos comportamentais, são típicas as reacções desproporcionadas a banalidades da vida, o que reflecte um estado geral de exaustão e disrupção existencial, desde o nível espiritual ao físico. Gera-se uma tendência escapista, negativista e até um certo egoísmo, com a perda da capacidade de ser tolerante e compreensivo. Tudo sinais da materialização de um estado de emergência. É uma reacção natural de descompensação e perda de resistência a um ambiente tóxico, e de algum modo, desumanizante.
  • A exaustão ou esgotamento descrito pelo termo "Burnout" é um processo que atinge 1 em cada 5 trabalhadores portugueses (± 1 milhão), mas não há nenhuma razão objectiva para excluir o restante da população. Este processo de esgotamento descreve a degradação do estado funcional, do mental para o físico (fig. 1), com diversos quadros depressivos inerentes, à medida que se é exaurido de energias (resistência). Reflecte uma degradação da qualidade de vida e bem-estar e das expectativas de felicidade. O processo é lento, silencioso, insidioso e tudo menos acidental.
oms_reconhece_o_burnout_profissional.pdf
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Processo de esgotamento
Fig. 1 | (Fonte: Wikipedia)
  • Enquanto uns indivíduos vêm a sua percepção embotada, outros vêm a sua percepção aguçada, hiper-reactiva, estes últimos são os EHS e representam um terço dos processos de exaustão. A condição descrita é similar em ambos os casos, o esgotamento da capacidade adaptativa do organismo, com uma descompensação crónica que pode levar até ao suicídio.
  • A sintomatologia da disrupção abrange a totalidade do Ser (a desmotivação, queixas somáticas, como dores nas costas, problemas gastrointestinais, dores de cabeça, perturbações do sono, alterações de humor, irritabilidade, aumento da agressividade e intolerância, com intolerância ao stress, tendência ao isolamento social, a incapacidade de gerir novas situações e tomar decisões, lentidão psicomotora, baixa de auto-estima, dificuldades de memória, apatia, falta de ar, taquicardia, palpitações, paraestesias, falta de prazer, exaustão emocional, despersonalização e perda de sentido de vida, perda de si próprio).
  • Alterações na actividade cerebral, alterações hormonais e alterações em neurotransmissores podem ser acompanhadas por uma diminuição da assimilação de nutrientes (minerais e vitaminas), e agravadas pela insuficiência efectiva do seu aporte. Tal como qualquer aparelho eléctrico, quando a alimentação eléctrica é inadequada, o funcionamento é anómalo. No caso do ser humano, temos ainda o papel subtil, difuso e penetrante da consciência, uma variável que está sempre ausente dos estudos científicos. Leia na página 'Apelos', as directrizes da Associação Médica Austríaca (aqui) e o Apelo Médico Internacional 2012 (aqui).

A Organização Mundial de Saúde OMS estima que 3% da população mundial sofre de Hipersensibilidade Electromagnética (EHS), mas em 2007, a Suécia já tinha 3,2%, soubemos que hoje cerca de metade da população tem perturbações do sono e problemas do foro mental (fonte). A sensibilidade ao wi-fi e electrosmog atinge 33% da população, 46% é assintomático e 10% é electro-resistente, invariavelmente 100% sofre danos, mesmo que não os sinta. A EHS está intimamente ligada a outra "doença" chamada Sensibilidade Química Múltipla (MCS), uma síndrome tóxica-imune causada pela exposição a agentes químicos. Estima-se que cerca de 35% das pessoas afectadas pela MCS também desenvolvem EHS. Ambas ainda não são reconhecidas oficialmente em Portugal, apenas na Suécia (2000), Alemanha, França e Canadá (2018). Em 2020, está na hora disso mudar (aqui). Em Portugal calcula-se haver 300 mil pessoas a sofrer de EHS, mal diagnosticadas, funcionalmente comprometidas e em sofrimento. Algumas delas criaram o MOPPE. Eventualmente, muitas delas buscam as Terapêuticas Não convencionais, de forma a escapar a efeitos iatrogénicos injustificados e/ou prescrições inadequadas. Não se trata de uma deficiência, trata-se de uma reacção cumulativa a tóxico ambiental (simples ou múltiplo), e marca uma ruptura funcional da capacidade adaptativa do organismo, de modo semelhante à Fibromialgia (FM) e à Síndrome de Fadiga Crónica (SFC). É por isso, uma definição que escapa ao conceito de 'doença' da medicina científica convencional (mais...), no entanto, a EHS pode incluir sintomatologia similar ao síndrome de radiação ionizante aguda - (ver aqui na última pág.); imagem comparativa do (Reflex 2004).

Injectados e não injectados têm estruturas de grafeno no sangue. Com a maior densidade em injecção, mas desde 1992, as plantas, população humana e animal não injectada tem sido pulverizada por rastos químicos (chemtrails) com nanotecnologia de óxido de grafeno e outras nanopartículas, pelo que também têm sido sujeitos aos seus efeitos cumulativos. A activação do grafeno pode ser feita através de microondas e luz azul e ultravioleta. Assim, não é surpreendente, nas últimas décadas, o número crescente de susceptibilidades, indivíduos electrossensíveis (EHS), o aumento das taxas de cancro, demência e doenças auto-imunes e raras. O melhor dano a explicar esta agressão é descrito pelo nome, doença de Morgellous, uma inflamação e rejeição biológica de resíduos de grafeno através da pele e membranas mucosas. É uma prova rigorosa da existência de testes de dosagem e tolerância da população, efectuados desde há já várias décadas, feitos em áreas localizadas. Os não-injectados devem ser avisados que também estão em perigo, por indução electromagnética de tecnologia na sua vizinhança, tanto de antenas de telecomunicações, como de luz LED, mas também por indução e ressonância de multidões de indivíduos injectados. O processo de instalação deste hardware é pura guerra electrónica, são armas de tecnologia quântica controladas remotamente pela Inteligência Artificial.


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